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Postada em 14/07/2009 às 17h02.
Tinha terminado, então. Porque a gente, alguma coisa dentro da
gente, sempre sabe exatamente quando termina - ela repetiu olhando-se
bem nos olhos em frente ao espelho. Ou quando começa: certos sustos na
boca do estômago. Como carrinho de montanha-russa, naquele momento
lá no alto, justo antes de despencar em direção. Em direção a quê? Depois
de subidas e descidas, em direção àquele insuportável ponto seco de
agora.
Restava acender outro cigarro, e foi o que fez. No momento de dar a
primeira tragada, apoiou a face na mão e (...)